foto aérea de terra indígena yanomami

Yanomami: Quando morre uma criança

“Se algo der errado com uma criança, a responsabilidade é de todo mundo”, lembra Luh Ferreira, da Escola de Ativismo, ao falar sobre o genocídio Yanomami.

Casa amarela destruiída em meio à lama e entulhos

Brumadinho, escolas, e o silêncio pedagógico 

Quatro anos após o rompimento da barragem na bacia do rio Paraopeba, tema da mineração ainda não faz parte do processo pedagógico das escolas

Desenho do Palácio do Planalto

E se você quisesse fazer um projeto de lei acontecer?

A ativista Vitória Rodrigues reflete sobre seu processo e propõe um passo-a-passo para criar mudanças legislativas significativas 

A Biblioteca Ativista

Publicações da Escola e de outros coletivos disponíveis para download

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A escritora Carolina Maria de Jesus, mulher negra, veste um pano claro na cabeça e lê um livro na janela de um barraco

Quando a educação desperta a casa-grande de seus sonhos injustos

 

Clima e infância: crise aumenta vulnerabilidade e violência contra meninas

 

Conheça a nova página da Escola, reformulada e ampliada. Saiba como se proteger, na internet e no mundo

 

imagem com nuvens e coração escrito como você cuida dos seus

Estratégias de resistência por meio do auto-cuidado e do cuidado coletivo

Mulheres indígenas seguram as mãos em linha - foto em preto e branco

Saiba como fazer uma ação civil pública e como ela pode ajudar na sua luta

Barreira policial feita com escudos. No chão, há uma bandeira do Brasil rasgada

Para frear o fascismo: dialogar com o diferente e construir comunidade

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Arte impressionista digital em tom verde, mostrando alguns capacetes de militares nas ruas

7 lições importantes para impedir um golpe

 

homem fantasiado distriubui panfleto

Técnicas avançadas de panfletagem ativista

A luta pela Amazônia também é urbana

Comunicar para mobilizar: 10 passos rápidos para comunicar seu projeto 

Como seguir se comunicando caso haja bloqueios na internet

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As Independências, o coração que vem da Europa e as revoltas que os senhores ainda tentam silenciar

Os 200 anos das independências latino-americanas em um momento chave da história brasileira

gal costa posa de olhos fechados

 “Meu nome também é Gal”

Luh Ferreira comenta sobre a perda irreparável e a força insuperável de Gal Costa

 

Por que as histórias de jornadas funcionam e como utilizá-las

Entenda os cuidados e riscos de participar de boicotes para esvaziar eventos

Por uma história espiralar do movimento LGBTQIA+ no Brasil 

 

5 pistas para criar um coletivo de comunicação comunitária

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OLHARES ATIVISTAS

A Escola de Ativismo traz todo mês neste espaço o trabalho de um fotógrafe ativista. Neste mês, destacamos a fotógrafa Julia Dolce.

Julia Dolce é repórter e fotojornalista. Atua desde 2015 na cobertura de direitos humanos, com foco em pautas relativas aos conflitos socioambientais e à resistência campesina, indígena e de povos tradicionais no Brasil, com passagens por diversos veículos de imprensa independente.  Foi finalista e menção honrosa de diferentes prêmios nacionais e internacionais de jornalismo e ganhadora do Prêmio Marc Ferrez de Fotografia da FUNARTE em 2021, com o projeto Álbuns Originários, no qual trabalhou com curadoria e digitalização de álbuns de fotografia de famílias indígenas do alto Tapajós. Ela pesquisa fotografia, colonialismo e memória, e defende o trabalho permanente de desconstrução do olhar e estética fetichista da branquitude na fotografia.