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De Jesus a Bolsonaro: por que as histórias de jornadas funcionam e como podemos utilizá-las

Entender o poder das narrativas para conseguirmos aliades e potencializar nossas mobilizações é um passo importante na disputa política e na luta social

A Biblioteca Ativista

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Cartaz de papel pardo com post its pergunta o que é justiça climática em realengo

Entenda os cuidados e riscos de participar de boicotes para esvaziar eventos

Inscrever-se para retirar ingressos pode ser considerado um ato de liberdade de expressão, mas existe uma zona cinza no campo jurídico sobre o uso de dados falsos

A educadora popular e ativista Luh Ferreira estreia sua coluna no site da Escola de Ativismo

Ela estreia falando sobre Pantanal – a novela! – mas também do território e a relação entre cultura e natureza, além de um texto sobre como ocupar e disputar a cidade com os lambes

Reflexões sobre uma ação direta de um indigenista exilado que colocou em xeque Marcelo Xavier

Povos do Sertão do Ceará resistem à ameaça nuclear

Por uma história espiralar do movimento LGBTQIA+ no Brasil 

 

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OLHARES ATIVISTAS

Com Cruupoohe 

A Escola de Ativismo traz todo mês neste espaço o trabalho de um fotógrafe ativista. Começamos com o jovem Cruupoohe, indígena do povo Akroá-Gamella, do Maranhão 

“Sou Cruupoohre, sou do povo Akroá-Gamella, do Território Indígena Taquaritíua, localizado no estado do Maranhão. Também faço parte do Conselho de Lideranças e, dentro do território, construo um processo de comunicação interna do meu povo.

As fotos que compõem este ensaio são um compilado de momentos que fortalecem minha espiritualidade, partindo da convicção de que nossos pés demarcam nosso território. Então, através do meu olhar pra dentro, vou registrando e demarcando o espaço.

Tento demonstrar por meio dos meus registros essas caminhadas, andanças, realidades e vivências do meu território, bem como retrato esses tecimentos e resistências em defesa de nossa terra Indígena.”

Conheça mais o trabalho de Cruupoohre clicando aqui