Sem preparação e suporte material, financeiro, psicológico e social, os desafios para a reintegração social tornam-se obstáculos por vezes intransponíveis. Isso não apenas torna as comunidades mais inseguras, mas também contribui para a reincidência criminal, estabelecendo um ciclo vicioso de criminalidade e rejeição social.
Trabalhar a não discriminação nos serviços de saúde é uma ferramenta bastante eficaz para levar à pessoa que vive com HIV e AIDS um tratamento humanizado, além de um princípio e uma obrigação fundamental dos direitos humanos. Por isso, o UNAIDS lançou a Cartilha Zero Discriminação nos Serviços de Saúde.
As acadêmicas feministas desenvolveram um esquema interpretativo que lança bastante luz sobre duas questões históricas muito importantes: como explicar a execução de centenas de milhares de “bruxas” no começo da Era Moderna, e por que o surgimento do capitalismo coincide com essa guerra contra as mulheres. Segundo esse esquema, a caça às bruxas buscou destruir […]
O Guia de Orientações Técnicas para Proteção de Crianças e Adolescentes Migrantes, Refugiados e/ou Indígenas, Vítimas ou Testemunhas de Violência visa dar orientações técnicas para prevenção e proteção, com base na Lei nº 13.431/2017. Este documento é voltado para as equipes do Sistema de Garantia de Direitos, e constitui mais uma das ações de apoio […]
O livro traça um panorama sobre os povos indígenas isolados de diversos territórios e regiões do Brasil e reúne artigos de pesquisadores que se debruçaram sobre diferentes temas e regiões, trazendo, em grande parte dos casos, a perspectiva dos indígenas contatados que compartilham o território com os grupos isolados. Uirá Garcia escreve sobre os Awá […]
Um zine publicado pelo coletivo Philly Survivor Support Collective, um coletivo de sobreviventes da Filadélfia dedicado ao apoio e responsabilização em casos de abuso sexual.
Segundo volume da Série Kaawhiperi Yoodzawaaka. Esta série foi concebida para organizar e divulgar, de maneira cumulativa, os resultados de pesquisas e experiências realizadas pelos pesquisadores indígenas colaboradores da Rede de Escolas Baniwa e Coripaco da bacia do Içana, da qual fazem parte 13 escolas que atendem a 63 comunidades e cerca de 1.400 alunos […]
Tendo levado três anos para ser feito, Receitas para o Desastre é a tão esperada sequência para o famoso primeiro livro do coletivo, Dias de Guerra, Noites de Amor. Este manual de 500 páginas complementa o romance e idealismo da obra anterior com informações e instruções práticas. Mais de 30 coletivos colaborar em testar, compor […]
Livro didático para o ensino de geografia. Textos e desenhos produzidos pelos professores do Parque do Xingu, TI Kapôt/Jarina, TI Kaiabi e TI Mekrangotire, em língua portuguesa, elaborados durante o 4º Curso de Formação, etapa de geografia, lecionada pelo professor Renato Gavazzi, que realizou também a organização da obra.
Além do caráter produtivo que contribui para a garantia da segurança alimentar e nutricional na busca pelo direito humano à alimentação adequada, as hortas têm uma dimensão pedagógica, facilitando processos de construção e troca de conhecimentos, exercitando práticas e reflexões, consistindo na ferramenta da agroecologia um campo fértil de prática para a efetivação, construção e […]
Manual organizado para apoiar o trabalho de administração das Organizações Indígenas no Brasil, apresentando assuntos que vão desde os aspectos legais relacionados à criação de uma associação, passando pelos procedimentos necessários para executar um projeto, até as formas de controlar documentos e prestar contas.
A palavra “agrotóxico” foi criada no Brasil em 1977 pelo pesquisador Adilson Paschoal e vem da combinação de agros (campo) e toxicon (veneno). Engloba todos os produtos de natureza tóxica utilizados para combater plantas e animais considerados invasores, além de patógenos como vírus, bactérias e fungos. “Agrotóxico” apareceu pela primeira vez na legislação federal com a […]
Bem viver para a militância feminista reúne a experiência que o CFEMEA vem acumulando, desde 2015, sobre autocuidado e cuidado entre mulheres ativistas. O tema tem sido estratégico tanto para aprofundar a resistência à ofensiva conservadora e antidireitos, como também para dar maior complexidade à perspectiva de transformação social de longo prazo.
Com 292 páginas altamente ilustradas, o nosso livro carro-chefe tem o tamanho ideal para qualquer mochila e é o manual de referências perfeito para qualquer pessoa que busque uma vida de paixão e revolta.
Estudo inédito e histórico no qual o Comitê Brasileiro analisa a precarização do Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH), como responsável pelo aumento de mortes e de ameaças a DDHs no país.
Coletivo independente constituído em 2011 com a missão de fortalecer grupos ativistas por meio de processos de aprendizagem em estratégias e técnicas de ações não-violentas e criativas, campanhas, comunicação, mobilização e segurança e proteção integral, voltadas para a defesa da democracia e dos direitos humanos.
Material de aprendizagem, reflexões, iniciativas, resistências. Um conteúdo exclusivo e analítico sobre o cenário, os desafios e as ferramentas para seguir na luta.